Não havia nada que pudesse fazer, a escuridão da casa estava deixando-o louco, talvez já o fosse. Periquito olhava tonto para os lados, a adrenalina que lhe subira a cabeça ja havia passado o efeito agora só lhe restava a depressão, o medo. Pelas janelas vizualizava defuntos andantes, cheiravam a desejo por sangue. Sem poderes, sem armas, sem nenhuma habilidade. Não sabia lutar mesmo após treinar judô, taekwondô, karatê, capoeira e jiu-jitsu. Era um merda em questão de auto-defesa, lutava muito toscamente, na realidade não gostava de brigar. O que ele podia fazer naquele lugar? Estava ali simplesmente para acompanhar os amigos, e no fim das contas acabou fugindo feito um índio que corre do cheiro do mapinguari.
Em sua mente começou a ter lembranças. Tudo aquilo, esse desespero ajudou a pensar melhor, tudo aquilo ele lembrava no fundo. Como se fosse um Deja Vi, ele lembra que ja viu aquilo tudo em algum lugar, melhor do que ver, ele já escreveu isso em algum lugar. "O quê? Será possível que eu fiz essa merda toda? Não pode ser que eu previ esse acontecimento, é mais provável que eu tenha criado esse mundo." "Todos os mortos, toda a dor!" "Todo o sofrimento que as pessoas sentiram e que agora meus amigos sentem ao lutar esses monstros, não é possível que eu esteja fazendo esse mal a eles."
Quanto mais refletia, mais se deprimia, ia se encolhendo no chão até ficar em uma posição fetal. Lá ficou balançando. Desesperado. Zumbis começavam a sentir o cheiro de carne fresca dentro da casa, sorte que a maioria não tinha inteligência para pular a janela ou procurar uma porta. A maioria.
Paulo e Luís não estavam tendo um momento fácil, muito menos Aldo e Brenno. Este último devo confessar que ficou desesperado ao ver que alguém corria ao seu encontro, esse alguém era nínguém menos que sua namorada Luana. A cada segundo que passava a cena ficava pior, pois logo atraz de sua namorada vinha um carro com os faróis altos acesos, ofuscando sua visão, acelerando em sua direção. A cena parecia até estar em camera lenta. Do lado de dentro a mulher monstro estava de costas para a janela, cara a cara com os que foram deixados por Pedro para morrer naquela maldita hora. A luz alta do carro iluminava seu entorno, deixando suas feições imperceptíveis. Ao seu redor luz, dentro escuridão.
Brenno e Aldo seguravam o "irmão" tentando torcer e quebrar seus membros, nada parecia dar certo. Luana ficou para trás, um carro passou veloz do seu lado. Em direção ao seu namorado o carro seguia, dessa vez quem sentia desespero era ela que no susto abriu bem seus olhos, observando os últimos momentos de seu namorado. Ele com certeza seria atropelado, Alberto dirigia feito a irmã dele, não ligava para quebras molas nem sinais fechados, quem diria pedestres atravessando a rua. O carro bateu. Levou parede abaixo, junto de qualquer coisa que pudesse estar próxima. Do lado de dentro a "irmã" estava presa pelos escombros e também pelo carro que estava em cima de seu torso. Alberto abriu a porta e saiu logo para falar com Luis e Paulo.
— Essa aí não levanta mais. Cadê o Pedro?
— Aquele viado saiu correndo e deixou a gente apanhando dessa kenga.
— Ei o Brenno e o Cabeçudo não tavam do outro lado dessa parede? — Paulo jogou a dúvida pro pessoal.
— Caralho, eu só pisei fundo e fechei os olhos cara.
— Porra Albertinhu.
Pois é, como todo mundo já sabe a Luana possui o maldito poder de "empurrar" as coisas quando abre os olhos, por isso ela sempre está com eles bem fechados, como uma oriental, apesar de oriental ela não ter nada. Como ela olhou bem para o namorado e como o namorado estava bem junto do vampirinho e do amigo cabeçudo, todos os três voaram para longe do perigo que era o Dex dirigindo um carro de olhos fechados. Logo numa árvore alí ao lado, eles estavam tontos quanto a "qualquer merda quer que tenha acontecido, isso não estava certo". Luana agora chorava de alegria por ver que seus poderes até então inúteis tinham salvado a vida de seu amor e a do melhor amigo dele. O vampiro sentiu um peso no coração, logo levantou gritanto pela "irmã", saiu correndo em busca dela, levantou o carro e a tirou de baixo.
— Seus vagabundos, ainda vamos acabar com vocês. Vamos irmã, eu lhe protegerei.
Saiu correndo como o vento pelas sombras. O desespero deles tinha passado naquele instante, mas havia ainda um desesperado com certos seres despreziveis por perto. Não sei ao certo se era estranho, mas eles não queriam o sangue, muito menos a carne, do rapaz jogado no chão, estavam caminhando em sua direção sem ódio no coração apodrecido. Talvez pelo fato de ele ser o criador daquela realidade, ou não. Isso tudo simplesmente era muito estranho para ser entendido. Muito estranho até para transcrever, que é o que tentarei fazer depois.
6 de abr. de 2010
6 de jan. de 2010
A morte lhe cai bem - III - Luta
Estava tudo escuro, negro. No céu as núvens demonstravam a ira de Zeus fosse ele real. Luana dirigia seu carro, preocupada com seu amor. Sentia uma enorme aflição, uma pontada no peito a incomodava. Sabia que algo não estava bem com o rapaz que tinha dominio sobre seu coração. Pelo caminho que seguia, ficava assustada com trovões estrondosos e corpos em decomposição espalhados pelo chão. Sabia para onde estava indo, sabia que não era seguro, nem mesmo para Brenno, então por que seria seguro para ela? Estava só no carro, seguia sem nenhum monstro a lhe seguir, alguns zumbis estavam alí, ela os atropelava facilmente, nada que fosse atrapalhar sua ida até o casarão.
Brenno após o violento golpe no estômago se ajoelhou e apoiou uma das mão no chão a outra na barriga, respirou fundo e tentou se concentrar para não sentir a dor, nada humano bateria tão violentamente sem impulso suficiente, um cara tão esguio não pode ser tão forte.
— Vocês estão atrapalhando o seguimento natural das coisas. Só o mestre poderá comandar de agora em diante, e vocês não ficarão no caminho. — O gótico levantou sua perna como se fosse pisar em Brenno, porém foi surpreendido por Aldo que pulou em cima dele, puxando-o pro chão.
— Vem pra cima, otário. Aqui você não vai conseguir sair. — Preparando uma chave de braço, Aldo já tinha pensado em todos os movimentos necessários para finalizar aquele ser não mais desse mundo. Passar a guarda, raspar, montar, pegar o braço e pronto, caso desse errado ele saberia exatamente como mudar efetivamente para outro golpe, um triangulo naquele homem sem técnica nenhuma de luta seria algo mole.
Alberto se levantou no mato, sua cabeça doía muito. Sua visão ainda estava turva. Pensou um pouco sobre a sua perda de poderes. "Uma lâmpada não consome tanta energia assim!". Sua visão foi melhorando, percebeu melhor o que estava acontecendo, à sua frente via a briga, Aldo ja havia dominado o oponente, Brenno estava ainda ofegante. Ao lado viu os automóveis. Um carro e uma moto, isso poderia ser útil. Uma pena que tivessem alguns mortos vivos rondando por ali. "Eu preciso de um plano." Era a única certeza que tinha.
Pedro, Luis e a parede, digo, e Paulo estavam com muitas dificuldades dentro da mansão. Aquela mulher não era uma pessoa ordinária, tinha força sobre humana e uma sede por sangue que só os que se alimentam dele podem sentir. Uma sede real por sangue. Assim que ela começou a correr em direção ao pessoal Paulo resolveu tomar uma atitude, percebendo que ele era o mais forte dos três ali, entrou na linha de ataque da criatura sombria, armou a defesa e os dois foram de encontro. Gordura não serve só como isolante térmico. É muito eficiente como amortecedor também. Ainda assim a força da investida foi tamanha que levou Paulo ao chão. A menina ficou setada em cima do Gordo, com suas mãos fechadas começou a esmurrar o rapaz. Pedro pegou o taco em sua mão e mirou bem na cabeça dela, com toda a sua força goupeou, a madeira virou estilhaço no impacto. Enfurecida a mulher olhou para Pedro e pulou em direção a ele, gritando. Felizmente foi surpreendida. Paulo a segurou pelo pé e a puxou para o outro lado. Luis já preparado para isso chutou a cara dela. As coisas pareciam estar sob controle lá dentro, no entanto Periquito saiu correndo à procura de algo que pudesse usar. Paulo e Luis lutavam bravamente contra aquela criatura cheia de fúria.
— Seu idiota, acha mesmo que é mais forte do que eu. Você não vai conseguir quebrar nenhum osso meu.
O sugador de sangue que combatia Aldo segurou-o com os dois braços e com a maior facilidade quebrou a guarda inquebrável do cabeçudo. Aldo perplexo se levantou e ficou em posição, preparado para voltar ao combate corpo a corpo.
Brenno, vindo por tras dele, dominou os braços do rapaz, Aldo que observava o agarrão sem demonstrar isso pro narigudo se aproveitou e pulou nele, pegando a guilhotina. Aquilo já não dependia só da técnica de Jiu-Jitsu dos garotos, mas também da força bruta. Brenno aproveitava para fazer torturas com o cara.
Alberto sabia que ainda restava energia dentro dele, enquanto ele respirasse ainda tinha esperanças. Estranhamente os zumbis viraram-se para tras, indo todos em direção a um outro carro que se encaminhava ao local. Dex aproveitou a situação e foi correndo para o carro.
Luana não estava mais nem aí, eram corpos podres que não tinham um pingo de vida, de sentimento, de vontade, ela não. Ela estava cheia de vontade, queria estar junto do Brenno, e mesmo com aquelas dezenas de zumbis vindo em direção ao seu carro, pisou fundo. Strike. Eles foram arremessados feito pinos de boliche, todos cairam definitivamente mortos. Mais mortos do que já estavam. Viu Alberto correr e entrar em um carro, parou do lado.
— Abertinho, o que ta acontecendo?
— AAAhhhh, a chave, cade a chave? Não acredito que o Paulo tirou a porra da chave.
— Alberto, ta me ouvindo? Me conta o que ta havendo.
— Luana!!! Ainda bem que você veio, ajuda a gente. Ta vendo ali do lado. Ta o Brenno e o Aldo lutanto contra um cara.
— Ai, to sim. O que eu tenho que fazer?
— Eu tava pensando em atropelar ele. Mas o Brenno e o Aldo tem que sair da frente. Você pode avisar eles que eu vou fazer isso?
— Ta certo, to indo.
Luana desceu do carro e foi correndo em direção aos amigos. Alberto deu um tapa na cabeça.
— Puta que pariu, eu devia ter ido avisar e ela atropelava os caras. Cade a chaveeeeeeeeeeeeeee. — Ouviu-se só um barulho de ignição.
Brenno após o violento golpe no estômago se ajoelhou e apoiou uma das mão no chão a outra na barriga, respirou fundo e tentou se concentrar para não sentir a dor, nada humano bateria tão violentamente sem impulso suficiente, um cara tão esguio não pode ser tão forte.
— Vocês estão atrapalhando o seguimento natural das coisas. Só o mestre poderá comandar de agora em diante, e vocês não ficarão no caminho. — O gótico levantou sua perna como se fosse pisar em Brenno, porém foi surpreendido por Aldo que pulou em cima dele, puxando-o pro chão.
— Vem pra cima, otário. Aqui você não vai conseguir sair. — Preparando uma chave de braço, Aldo já tinha pensado em todos os movimentos necessários para finalizar aquele ser não mais desse mundo. Passar a guarda, raspar, montar, pegar o braço e pronto, caso desse errado ele saberia exatamente como mudar efetivamente para outro golpe, um triangulo naquele homem sem técnica nenhuma de luta seria algo mole.
Alberto se levantou no mato, sua cabeça doía muito. Sua visão ainda estava turva. Pensou um pouco sobre a sua perda de poderes. "Uma lâmpada não consome tanta energia assim!". Sua visão foi melhorando, percebeu melhor o que estava acontecendo, à sua frente via a briga, Aldo ja havia dominado o oponente, Brenno estava ainda ofegante. Ao lado viu os automóveis. Um carro e uma moto, isso poderia ser útil. Uma pena que tivessem alguns mortos vivos rondando por ali. "Eu preciso de um plano." Era a única certeza que tinha.
Pedro, Luis e a parede, digo, e Paulo estavam com muitas dificuldades dentro da mansão. Aquela mulher não era uma pessoa ordinária, tinha força sobre humana e uma sede por sangue que só os que se alimentam dele podem sentir. Uma sede real por sangue. Assim que ela começou a correr em direção ao pessoal Paulo resolveu tomar uma atitude, percebendo que ele era o mais forte dos três ali, entrou na linha de ataque da criatura sombria, armou a defesa e os dois foram de encontro. Gordura não serve só como isolante térmico. É muito eficiente como amortecedor também. Ainda assim a força da investida foi tamanha que levou Paulo ao chão. A menina ficou setada em cima do Gordo, com suas mãos fechadas começou a esmurrar o rapaz. Pedro pegou o taco em sua mão e mirou bem na cabeça dela, com toda a sua força goupeou, a madeira virou estilhaço no impacto. Enfurecida a mulher olhou para Pedro e pulou em direção a ele, gritando. Felizmente foi surpreendida. Paulo a segurou pelo pé e a puxou para o outro lado. Luis já preparado para isso chutou a cara dela. As coisas pareciam estar sob controle lá dentro, no entanto Periquito saiu correndo à procura de algo que pudesse usar. Paulo e Luis lutavam bravamente contra aquela criatura cheia de fúria.
— Seu idiota, acha mesmo que é mais forte do que eu. Você não vai conseguir quebrar nenhum osso meu.
O sugador de sangue que combatia Aldo segurou-o com os dois braços e com a maior facilidade quebrou a guarda inquebrável do cabeçudo. Aldo perplexo se levantou e ficou em posição, preparado para voltar ao combate corpo a corpo.
Brenno, vindo por tras dele, dominou os braços do rapaz, Aldo que observava o agarrão sem demonstrar isso pro narigudo se aproveitou e pulou nele, pegando a guilhotina. Aquilo já não dependia só da técnica de Jiu-Jitsu dos garotos, mas também da força bruta. Brenno aproveitava para fazer torturas com o cara.
Alberto sabia que ainda restava energia dentro dele, enquanto ele respirasse ainda tinha esperanças. Estranhamente os zumbis viraram-se para tras, indo todos em direção a um outro carro que se encaminhava ao local. Dex aproveitou a situação e foi correndo para o carro.
Luana não estava mais nem aí, eram corpos podres que não tinham um pingo de vida, de sentimento, de vontade, ela não. Ela estava cheia de vontade, queria estar junto do Brenno, e mesmo com aquelas dezenas de zumbis vindo em direção ao seu carro, pisou fundo. Strike. Eles foram arremessados feito pinos de boliche, todos cairam definitivamente mortos. Mais mortos do que já estavam. Viu Alberto correr e entrar em um carro, parou do lado.
— Abertinho, o que ta acontecendo?
— AAAhhhh, a chave, cade a chave? Não acredito que o Paulo tirou a porra da chave.
— Alberto, ta me ouvindo? Me conta o que ta havendo.
— Luana!!! Ainda bem que você veio, ajuda a gente. Ta vendo ali do lado. Ta o Brenno e o Aldo lutanto contra um cara.
— Ai, to sim. O que eu tenho que fazer?
— Eu tava pensando em atropelar ele. Mas o Brenno e o Aldo tem que sair da frente. Você pode avisar eles que eu vou fazer isso?
— Ta certo, to indo.
Luana desceu do carro e foi correndo em direção aos amigos. Alberto deu um tapa na cabeça.
— Puta que pariu, eu devia ter ido avisar e ela atropelava os caras. Cade a chaveeeeeeeeeeeeeee. — Ouviu-se só um barulho de ignição.
29 de dez. de 2009
A morte lhe cai bem - II - Conflito
Oito horas. Oito horas era o que o celular de qualquer um dos rapazes estava marcando no exato momento que alguém decidiu olhar. Aquele labirinto já estava enchendo o saco de todo mundo, nenhuma porta trancada era problema com o fantasminha camarada por perto. Nenhuma escuridão era negra o suficiente que não pudesse ser iluminada pela lâmpada do Dexter, as ferpas que entravam na carne dos aventureiros eram logo retiradas e a pele curada pelo Paulo, o abafado da casa não era problema nenhum pois logo Aldo pensava no frio e subtamente começava a vir uma brisa confortante pelas frestas da casa. Breno segurava a lâmpada incandescente em sua mão e não sentia porra nenhuma, o calor não queimava. Só tinha o inútil do Periquito ali, sem nenhuma habilidade legal, que não conseguia fazer porra nenhuma a não ser achar que ficava bossal com um pedaço de pau na mão. A vida estava perfeitamente chata naquela casa mau assombrada.
De fato seria muito fácil para todos se pudessem usar seus poderes à vontade, simplesmente parando para dormir. Mas assim como em qualquer jogo que se começa com personagens merda, e em qualquer filme onde o principal normalmente é um ninguém até receber um treinamento, esses rapazes não passavam de novatos, neófitos, calouros nas artes dos super poderes... com excessão do cara que não tinha poderes. Da mesma forma que uma rã entra em água morna e não sente quando ela está fervendo, Brenno, o jovem Rambo, não sentia o calor da lâmpada, não sentia, no passado.
Como um cristal o bulbo caiu no chão e se espatifou. Um som demonstrando dor vinha de Brenno, ele sacudia a mão no ar. "Essa porra me queimou" disse ele sem enxergar nada. Paulo seguiu a voz, "lógico, segurando uma lâmpada, é normal queimar a mão, da aqui.", pegou a mão e começou o seu trabalho. Porém, só começou. "Porra Paulo, não ta fazendo porra nenhuma aqui, Dex acende outra lâmpada aew, pelo menos pra gente enxergar"
— Acho que a gente vai ter que esperar a pupila dilatar, porque eu não to conseguindo acender nada aqui!
— Puta que pariu, vai me dizer que a gente ta ficando sem poderes?
— Calma Suisso, tenho certeza que a gente vai dar um jeito, né galera. — Disse Periquito com um ar de incerteza — Porra, ta muito abafado aqui, não to conseguindo respirar direito.
— Fudeu. — Como a maioria pensou isso nesse momento então não é pertinente esclarecer quem foi que disse isso, apenas é pertinente deixar claro que esse é um pensamento muito comum nessas situações.
— Aí, to começando a enxergar, pelo visto tem uma janela lá na frente — Aldo apontou.
— Bora lá então seus gordo. — Já nervoso Brenno começou a correr. — Caraca, tem sim, mas não aparece lua nenhuma, aquelas núvens ainda cobrem o céu. Aldo faz um esforço aê cara.
— Pô, tu axa que eu já não tentei, pelo menos vamo abrir a janela.
Brenno abriu a janela, e podia ouvir por todo o redor da casa os zumbis grunhindo, caminhando a procura do que comer, uma pena para os rapazes que carne podre não os satisfazia. Ele voltou-se para traz e no fim da sala em que estavam havia uma porta, por esta ele viu um vulto.
— Caralho, não fui só eu que vi aquela merda alí não né?!?!
Se virando para a porta os garotos procuravam assustados, qualquer coisa que se movesse, naquele momento seria o pior momento.
— Periquito segura firme esse pedaço de pau. Aldo, Brenno, Luis, vocês pelo menos podem tentar ir no jiu-jitsu, sei lá, e gordo, esmurra os caras.
— É muito fácil falar né Dex.
— Po, e o que tu quer que eu faça, não luto, não...— Surpreendido por traz, pela janela, uma mão agarrou Alberto, que foi calado logo e jogado para longe.
Aldo foi atraz, pulou pela janela já procurando qualquer pessoa. Um homem, bizarro em sua aparencia, de nariz avantajado, o mesmo do encontro anterior. Do lado de dentro ainda estavam os outros e caminhando calmanente pela porta vinha uma menina, a mesma que Pedro havia encontrado mais cedo.
— Eu não esperava encontrar vocês tão cedo, mas meu "irmão" falou que encontrou penetras, e não pude deixar de suspeitar do otário que veio aqui mais cedo.
— Brenno, vai com o Aldo, a gente toma conta dela. — Gritou Pedro.
Brenno saltando da janela ja foi surpreendido por um soco em seu estomago, o que doeu muito. Enquanto isso, dentro a mulher começou uma investida em cima do grupo.
De fato seria muito fácil para todos se pudessem usar seus poderes à vontade, simplesmente parando para dormir. Mas assim como em qualquer jogo que se começa com personagens merda, e em qualquer filme onde o principal normalmente é um ninguém até receber um treinamento, esses rapazes não passavam de novatos, neófitos, calouros nas artes dos super poderes... com excessão do cara que não tinha poderes. Da mesma forma que uma rã entra em água morna e não sente quando ela está fervendo, Brenno, o jovem Rambo, não sentia o calor da lâmpada, não sentia, no passado.
Como um cristal o bulbo caiu no chão e se espatifou. Um som demonstrando dor vinha de Brenno, ele sacudia a mão no ar. "Essa porra me queimou" disse ele sem enxergar nada. Paulo seguiu a voz, "lógico, segurando uma lâmpada, é normal queimar a mão, da aqui.", pegou a mão e começou o seu trabalho. Porém, só começou. "Porra Paulo, não ta fazendo porra nenhuma aqui, Dex acende outra lâmpada aew, pelo menos pra gente enxergar"
— Acho que a gente vai ter que esperar a pupila dilatar, porque eu não to conseguindo acender nada aqui!
— Puta que pariu, vai me dizer que a gente ta ficando sem poderes?
— Calma Suisso, tenho certeza que a gente vai dar um jeito, né galera. — Disse Periquito com um ar de incerteza — Porra, ta muito abafado aqui, não to conseguindo respirar direito.
— Fudeu. — Como a maioria pensou isso nesse momento então não é pertinente esclarecer quem foi que disse isso, apenas é pertinente deixar claro que esse é um pensamento muito comum nessas situações.
— Aí, to começando a enxergar, pelo visto tem uma janela lá na frente — Aldo apontou.
— Bora lá então seus gordo. — Já nervoso Brenno começou a correr. — Caraca, tem sim, mas não aparece lua nenhuma, aquelas núvens ainda cobrem o céu. Aldo faz um esforço aê cara.
— Pô, tu axa que eu já não tentei, pelo menos vamo abrir a janela.
Brenno abriu a janela, e podia ouvir por todo o redor da casa os zumbis grunhindo, caminhando a procura do que comer, uma pena para os rapazes que carne podre não os satisfazia. Ele voltou-se para traz e no fim da sala em que estavam havia uma porta, por esta ele viu um vulto.
— Caralho, não fui só eu que vi aquela merda alí não né?!?!
Se virando para a porta os garotos procuravam assustados, qualquer coisa que se movesse, naquele momento seria o pior momento.
— Periquito segura firme esse pedaço de pau. Aldo, Brenno, Luis, vocês pelo menos podem tentar ir no jiu-jitsu, sei lá, e gordo, esmurra os caras.
— É muito fácil falar né Dex.
— Po, e o que tu quer que eu faça, não luto, não...— Surpreendido por traz, pela janela, uma mão agarrou Alberto, que foi calado logo e jogado para longe.
Aldo foi atraz, pulou pela janela já procurando qualquer pessoa. Um homem, bizarro em sua aparencia, de nariz avantajado, o mesmo do encontro anterior. Do lado de dentro ainda estavam os outros e caminhando calmanente pela porta vinha uma menina, a mesma que Pedro havia encontrado mais cedo.
— Eu não esperava encontrar vocês tão cedo, mas meu "irmão" falou que encontrou penetras, e não pude deixar de suspeitar do otário que veio aqui mais cedo.
— Brenno, vai com o Aldo, a gente toma conta dela. — Gritou Pedro.
Brenno saltando da janela ja foi surpreendido por um soco em seu estomago, o que doeu muito. Enquanto isso, dentro a mulher começou uma investida em cima do grupo.
2 de dez. de 2009
A morte lhe cai bem - I - Da apresentação
Luis estava caído no chão, dois seres que apenas um conseguia enxergar estavam contentados com o susto que ele havia levado. Todos os demais estavam apenas rindo da situação totalmente sem noção que havia se passado. A maioria se lembrou de um respectivo dia, em que estavam todos em Guajara Mirim hospedados no hotel Havana. Mais precisamente de noite, os amigos estavam empilhados em um quarto minúsculo, sem conforto algum conversando e uma das conversas que surgiu foi sobre fantasmas. Seres do além que estão presos a este mundo cujo único contentamento é assombrar seres racionais vivos. Enfim, Luis foi o mais assustado naquela noite, chegou a dormir abraçadinho com o Tucunduva que ainda não tinha ido morar em São Paulo. A cena foi linda, dois marmanjos morrendo de medo, dormindo juntinhos. Justamente isso foi o que a maioria recordou.
Após cessarem os risos, os amigos começaram a raciocinar novamente, perceberam que o local onde estavam não era o mais suscetível a ataques de riso. Luís já estava em pé, falando, supostamente, sozinho. Os outros ainda se recompondo seguiam em direção à porta. Do outro lado desta, havia um rapaz, vestido como os góticos de Porto Velho, que ficavam na pracinha do half antes dela ser reformada. Sua pele era pálida como se não corresse sangue por suas veias.
— Não tenho tempo pra muleques intrometidas na nossa casa, mas por enquanto vou manter vocês presos aqui, até pensar em alguma coisa melhor — Fechou a porta e saiu, podia-se ouvir seus passos ficando mais distantes, sua bota soava ser pesada.
— Aí, esse cara parecia muito com a menina que vi hoje cedo aqui perto.
— Porra será que eles são os tais vampiros que tão atacando todo mundo e controlando os zumbis? — indagou Aldo.
— Pelo visto sim! Mas, e agora como a gente sai daqui?
— Aff, eu não tenho a minima idéia, eu só não quero é ficar trancado aqui cheio de coisas macabras. — Suisso reclamou.
— Mas você é o único que pode tirar todos daqui. — Falou Ana se dirigindo para o assunstado.
— É. Só você conseguiria abrir a porta pelo lado de fora — Mayc incentivou-o — nós dois até pode sair, mas a gente não conseguimos girar a maçaneta.
— Como é? Eu posso sair daqui? Tipo um fantasma atravessando paredes? — Falou Luis sózinho.
— É! Esse é o seu poder, você tem poderes tipo os nossos, só que você não tá morto.
— E como é que vocês esperam que eu atravesse essa porta?
— Oh Suisso, para de falar sózinho aê e vem cá tentar arrombar esse porta com a gente. — Chamou o Gordo, já assumindo que o amigo estivesse louco.
— Pera aí porra, num vê que to falando com uns fantasmas aqui caralho.
— Dexa ele lá, essa porta nem é tão grande assim pra escorar tanta gente nela. — assumiu Periquito.
— Vamo lá galera, um, dois e... — Pedro, Aldo, Brenno e Paulo foram correndo de encontro com a porta.
Alguns instantes depois só se ouvia três marmanjos reclamando da batida no ombro, o único que não sentiu nada fora Brenno, que já tinha percebido a tempos seu "poder". Ela ficava pensando algo mais ou menos como: "ohhh que maravilha, eu não sinto dor, nem pra eu voar, ou ter uma super-força, atirar laser pelos olhos, porra. Tinha que ser algo tão inútil quanto não sentir dor!". A porta não chegou nem a vibrar.
— Então pessoal, lembra que ontem o Dex tava em cima de mim, aí ele caiu no chão e o controle caiu na cara dele.
— Tu jogo aquele controle na minha cara deu filho da mãe, ele não caiu simplesmente não.
— Ai meu ovo esquerdo. Alberto, vai enche o saco da mãe vai. Então vocês lembram pelo menos que o Dex passou direto por mim?
— Ta, ta, a gente lembra sim.
— Então, tem dois muleques mortos aqui, me dizendo que do mesmo jeito eu posso passar pela porta, e abri-la do lado de fora. Eles saíram e viram que a porta só dá pra abrir por lá.
— Porra então ta esperando o que? Vai lá abrir a porta, melhor do que a gente ficar aqui fudendo o ombro. — Aldo reclamou, logo depois chegou Paulo, colocou a mão no ombro dele e o cabeçudo não sentia mais dor nenhuma — Opa, valeu Gordo, seu biba.
Luis se aproximou da porta, tocou-a com a palma de sua mão direita, aproximou o ouvido esquero da madeira e bateu nela com a mão esquerda. Toc, toc, toc. "Nem parece tão difícil assim de arrombar". Voltou-se de frente pros amigos, e chamou-os de fracos. Começou a ouvir o que os dois garotos diziam para ele.
— Quando a gente quer atravessar uma parede, primeira a gente precisa de atenção, não é só passar pela parede que nem "ghost".
Ana começou a falar animada — Aih, esse filme é tão bonitinho, aquele tal de "amor além da vida"?! Ahhhhhhhh!.
— Aff Ana, cala a boca se não for ajudar ele, porque aí, depois ele não ajuda a gente.
— Ta bom Mayc, unf! — disse a menina emburrada.
— Onde eu tava?
Do nada Luis solta umas palavras altas — na parte da atenção! — Os outros já nem prestam atenção nele, ficam tentando bolar um plano para arrombar a porta.
— Ahhh sim, atenção, então fica atento, percebe o que ta a sua volta. Quando a gente morre, a gente volta pra natureza, viramos parte do espírito dela, então você tem que se ligar a natureza, virar um com ela e perceber ela e você como um só.
Luis começou a ouvir o vento do lado de fora, o barulho da copa das árvores se remexendo, os ruídos de dentro da casa.
— Depois de sentir a natureza em volta você tem que sentir o objeto que você quer atravessar, com o tempo isso fica mais rápido.
A ponta de seus dedos tocavam a porta, madeira fria, dura, densa. Começava a sentir ser corpo frio, ouvia também gritos ao longe, pessoas agonizando, hollows morrendo.
— Com calma empurre-se pra dentro da porta até chegar do outro lado.
Foi forçando seu dedos na porta, esses foram entrando na madeira, logo seu braço ja estava pela metade, todos perplexos com aquela visão, afinal o Suisso tava entrando na porta, isso não era algo que se via todo dia. Luis desapareceu da visão de todos, só se ouviu o barulho da tranca da porta sendo destrancada. A porta se abriu e todos entavam enfim livres.
— Eu falei que vocês eram fracos, haha! — debochou Luís na cara de todos os outros ainda boquiabertos.
Após cessarem os risos, os amigos começaram a raciocinar novamente, perceberam que o local onde estavam não era o mais suscetível a ataques de riso. Luís já estava em pé, falando, supostamente, sozinho. Os outros ainda se recompondo seguiam em direção à porta. Do outro lado desta, havia um rapaz, vestido como os góticos de Porto Velho, que ficavam na pracinha do half antes dela ser reformada. Sua pele era pálida como se não corresse sangue por suas veias.
— Não tenho tempo pra muleques intrometidas na nossa casa, mas por enquanto vou manter vocês presos aqui, até pensar em alguma coisa melhor — Fechou a porta e saiu, podia-se ouvir seus passos ficando mais distantes, sua bota soava ser pesada.
— Aí, esse cara parecia muito com a menina que vi hoje cedo aqui perto.
— Porra será que eles são os tais vampiros que tão atacando todo mundo e controlando os zumbis? — indagou Aldo.
— Pelo visto sim! Mas, e agora como a gente sai daqui?
— Aff, eu não tenho a minima idéia, eu só não quero é ficar trancado aqui cheio de coisas macabras. — Suisso reclamou.
— Mas você é o único que pode tirar todos daqui. — Falou Ana se dirigindo para o assunstado.
— É. Só você conseguiria abrir a porta pelo lado de fora — Mayc incentivou-o — nós dois até pode sair, mas a gente não conseguimos girar a maçaneta.
— Como é? Eu posso sair daqui? Tipo um fantasma atravessando paredes? — Falou Luis sózinho.
— É! Esse é o seu poder, você tem poderes tipo os nossos, só que você não tá morto.
— E como é que vocês esperam que eu atravesse essa porta?
— Oh Suisso, para de falar sózinho aê e vem cá tentar arrombar esse porta com a gente. — Chamou o Gordo, já assumindo que o amigo estivesse louco.
— Pera aí porra, num vê que to falando com uns fantasmas aqui caralho.
— Dexa ele lá, essa porta nem é tão grande assim pra escorar tanta gente nela. — assumiu Periquito.
— Vamo lá galera, um, dois e... — Pedro, Aldo, Brenno e Paulo foram correndo de encontro com a porta.
Alguns instantes depois só se ouvia três marmanjos reclamando da batida no ombro, o único que não sentiu nada fora Brenno, que já tinha percebido a tempos seu "poder". Ela ficava pensando algo mais ou menos como: "ohhh que maravilha, eu não sinto dor, nem pra eu voar, ou ter uma super-força, atirar laser pelos olhos, porra. Tinha que ser algo tão inútil quanto não sentir dor!". A porta não chegou nem a vibrar.
— Então pessoal, lembra que ontem o Dex tava em cima de mim, aí ele caiu no chão e o controle caiu na cara dele.
— Tu jogo aquele controle na minha cara deu filho da mãe, ele não caiu simplesmente não.
— Ai meu ovo esquerdo. Alberto, vai enche o saco da mãe vai. Então vocês lembram pelo menos que o Dex passou direto por mim?
— Ta, ta, a gente lembra sim.
— Então, tem dois muleques mortos aqui, me dizendo que do mesmo jeito eu posso passar pela porta, e abri-la do lado de fora. Eles saíram e viram que a porta só dá pra abrir por lá.
— Porra então ta esperando o que? Vai lá abrir a porta, melhor do que a gente ficar aqui fudendo o ombro. — Aldo reclamou, logo depois chegou Paulo, colocou a mão no ombro dele e o cabeçudo não sentia mais dor nenhuma — Opa, valeu Gordo, seu biba.
Luis se aproximou da porta, tocou-a com a palma de sua mão direita, aproximou o ouvido esquero da madeira e bateu nela com a mão esquerda. Toc, toc, toc. "Nem parece tão difícil assim de arrombar". Voltou-se de frente pros amigos, e chamou-os de fracos. Começou a ouvir o que os dois garotos diziam para ele.
— Quando a gente quer atravessar uma parede, primeira a gente precisa de atenção, não é só passar pela parede que nem "ghost".
Ana começou a falar animada — Aih, esse filme é tão bonitinho, aquele tal de "amor além da vida"?! Ahhhhhhhh!.
— Aff Ana, cala a boca se não for ajudar ele, porque aí, depois ele não ajuda a gente.
— Ta bom Mayc, unf! — disse a menina emburrada.
— Onde eu tava?
Do nada Luis solta umas palavras altas — na parte da atenção! — Os outros já nem prestam atenção nele, ficam tentando bolar um plano para arrombar a porta.
— Ahhh sim, atenção, então fica atento, percebe o que ta a sua volta. Quando a gente morre, a gente volta pra natureza, viramos parte do espírito dela, então você tem que se ligar a natureza, virar um com ela e perceber ela e você como um só.
Luis começou a ouvir o vento do lado de fora, o barulho da copa das árvores se remexendo, os ruídos de dentro da casa.
— Depois de sentir a natureza em volta você tem que sentir o objeto que você quer atravessar, com o tempo isso fica mais rápido.
A ponta de seus dedos tocavam a porta, madeira fria, dura, densa. Começava a sentir ser corpo frio, ouvia também gritos ao longe, pessoas agonizando, hollows morrendo.
— Com calma empurre-se pra dentro da porta até chegar do outro lado.
Foi forçando seu dedos na porta, esses foram entrando na madeira, logo seu braço ja estava pela metade, todos perplexos com aquela visão, afinal o Suisso tava entrando na porta, isso não era algo que se via todo dia. Luis desapareceu da visão de todos, só se ouviu o barulho da tranca da porta sendo destrancada. A porta se abriu e todos entavam enfim livres.
— Eu falei que vocês eram fracos, haha! — debochou Luís na cara de todos os outros ainda boquiabertos.
3 de nov. de 2009
Star Fox in Iraq
Eae galera, tava vendo uns videos no youtube otro dia e ri muito com esse aqui.
http://www.youtube.com/watch?v=67t5WcwJ4YU
ps: Se falarem que eu postei pra poder tirar o post anterior de cena eu nego ouviram?
ps2: Tiraram o Embed do video, vo ve se arrumo um jeito de por denovo depois.
http://www.youtube.com/watch?v=67t5WcwJ4YU
ps: Se falarem que eu postei pra poder tirar o post anterior de cena eu nego ouviram?
ps2: Tiraram o Embed do video, vo ve se arrumo um jeito de por denovo depois.
24 de out. de 2009
hey hey hey
galera... pra começar
aqui estão todas as fotos da época de escola que consegui dos cds... se tiver mais alguma coisa eu posto...
http://s45.photobucket.com/albums/f61/periquito8/calcaderos/?start=all
ali na parte de albuns vai ter um chamado "dex is fun" hahahah, cliquem lá e se divirtam um pouco....
clicando no link do 4shared aqui do lado vocês poderão ver na pasta de músicas a nossa música do louco pro trabalho de artes...
bem vocês peguem o que quiser...
aproveitem..
to meio apressado, mas pelo menos consegui atualizar e postar todas as fotos...
hahahah fica aqui só um gostinho com umas 4 fotinhas só pra brincar com a galera...
levem na esportiva..
hahahahah



aqui estão todas as fotos da época de escola que consegui dos cds... se tiver mais alguma coisa eu posto...
http://s45.photobucket.com/albums/f61/periquito8/calcaderos/?start=all
ali na parte de albuns vai ter um chamado "dex is fun" hahahah, cliquem lá e se divirtam um pouco....
clicando no link do 4shared aqui do lado vocês poderão ver na pasta de músicas a nossa música do louco pro trabalho de artes...
bem vocês peguem o que quiser...
aproveitem..
to meio apressado, mas pelo menos consegui atualizar e postar todas as fotos...
hahahah fica aqui só um gostinho com umas 4 fotinhas só pra brincar com a galera...
levem na esportiva..
hahahahah



14 de out. de 2009
UP TO DATE - UPDATE
e aí galera, a quanto tempo eu não apareço aqui nem para dar um oi!!!
meu feriadão foi muito bom, fui a são josé dos campos em SP e encontrei um primo de longa data que morava em porto velho, ele possui umas filmagens antigas, da época que minha mãe ainda estava grávida, fiquei muito feliz e nostálgico com tudo aqui, foi muito bom..
viajei de carro com a mel como companhia (sabiam que não existe a palavra compania?!), foi muito divertido e tudo mais...
estou ainda pensando no que escrever na aventura de calçada, vou dar uma lida em minhas anotações, checar o que eu tinha programado, a estória está meio nebulosa em minha cabeça, mas estou com muita vontade de escrever, ahh e to querendo por umas certas fotos que prometi a tempos por no blog, fotos muito velhas da gente curtindo o dia dos deuses gregos na aula de história, o alberto com um capacete muito maneiro, e encontrei também as músicas que fizemos para a aula de história com toda a conversa no final da música.... no pátio de um manicômio encontrei um jovem com o rosto palido bonito e transtornado.... hahahahahahah
temos a versão acustica do grupo das meninas em que quando acaba a música, a segundo que foi a definitiva, começa a carol com seus momentos autistas fazendo barulhos indecifráveis com a boca... e a clássica versão "temos que pegar" em que quando a música acaba agente fica jogando gran turismo e conversando mó coisas sem noção e eu falando coisas feias.... bem.... hehehe
os arquivos de audio quando eu tiver tempo colocarei no 4shared e as fotos ficarão no photobucket, eu aviso assim que atualizar esses dois... e por favor não façam pressão para a estória da galera, o brenno tem um poder maneiro que acabei de pensar numa forma meneira de usar hahahahaha, mas tenho que reler porque não lembro se a luana está conosco lá no casarão!
é isso galera só passando pra dar um alo e dizer que to me esforçando, mas facul toma um tempo, jogos tomam mais tempo que facul ainda, e gosto de ler o que toma tempo, estudar também está se mostrando divertido ou seja mais tempo, vou voltar a correr na areia fofa = tempo e além do mais voltarei a treinar jiu-jitsu com o coronel na carlson gracie....
mas não deixarei o blog em último lugar não, nadda de se preocuparem galera.,... vlwwwwwww!!!!!
meu feriadão foi muito bom, fui a são josé dos campos em SP e encontrei um primo de longa data que morava em porto velho, ele possui umas filmagens antigas, da época que minha mãe ainda estava grávida, fiquei muito feliz e nostálgico com tudo aqui, foi muito bom..
viajei de carro com a mel como companhia (sabiam que não existe a palavra compania?!), foi muito divertido e tudo mais...
estou ainda pensando no que escrever na aventura de calçada, vou dar uma lida em minhas anotações, checar o que eu tinha programado, a estória está meio nebulosa em minha cabeça, mas estou com muita vontade de escrever, ahh e to querendo por umas certas fotos que prometi a tempos por no blog, fotos muito velhas da gente curtindo o dia dos deuses gregos na aula de história, o alberto com um capacete muito maneiro, e encontrei também as músicas que fizemos para a aula de história com toda a conversa no final da música.... no pátio de um manicômio encontrei um jovem com o rosto palido bonito e transtornado.... hahahahahahah
temos a versão acustica do grupo das meninas em que quando acaba a música, a segundo que foi a definitiva, começa a carol com seus momentos autistas fazendo barulhos indecifráveis com a boca... e a clássica versão "temos que pegar" em que quando a música acaba agente fica jogando gran turismo e conversando mó coisas sem noção e eu falando coisas feias.... bem.... hehehe
os arquivos de audio quando eu tiver tempo colocarei no 4shared e as fotos ficarão no photobucket, eu aviso assim que atualizar esses dois... e por favor não façam pressão para a estória da galera, o brenno tem um poder maneiro que acabei de pensar numa forma meneira de usar hahahahaha, mas tenho que reler porque não lembro se a luana está conosco lá no casarão!
é isso galera só passando pra dar um alo e dizer que to me esforçando, mas facul toma um tempo, jogos tomam mais tempo que facul ainda, e gosto de ler o que toma tempo, estudar também está se mostrando divertido ou seja mais tempo, vou voltar a correr na areia fofa = tempo e além do mais voltarei a treinar jiu-jitsu com o coronel na carlson gracie....
mas não deixarei o blog em último lugar não, nadda de se preocuparem galera.,... vlwwwwwww!!!!!
30 de set. de 2009
Gordo só faz gordice
Ouuuuuuuuuuuu
O anterior pode ter sido podre mais esse é loco demaisss!!!!
Premio pro gordo da montanha russa e do skate!!!
O anterior pode ter sido podre mais esse é loco demaisss!!!!
Premio pro gordo da montanha russa e do skate!!!
24 de set. de 2009
9 de set. de 2009
A Sociedade da Calçada - IV - Incógnitos
– Oiii, ei olha aqui!
– Você aí, para de ignorar a gente, fala com a gente
Suisso ainda ignorava as aparições que chegavam até ele, só podia estar esclerosado, vendo coisas que não são reais. Seus fantasmas pareciam duas crianças, um menino e uma menina, ainda muito imaturos e só queriam um pouco de diversão.
– Poxa, como a gente faz pra chamar a atenção dele, em Ana?
– Já sei e se a gente desse um susto nele?
– Ahhh pode funcionar, no inicio ele se assustava bem fácil, mas agora ele nem liga mais, talvez se a gente chegar de mansinho por trás... MUAHAHAHAHAHA.
– Que risada mais forçada essa Mayc.
– Eiii, é a minha melhor risada maléfica – Pausa – MUAHAHAHAHAHAHA.
– E você jura que isso aí vai assustar ele?
– A é, então vai la e faz melhor então.
Ana foi se aproximando por trás de Luis, quando chegou bem próximo olhou para tras vendo Mayc e mostrando a língua etéria pra ele, deu um risinho cobrindo a boca com a mão e voltou para o seu objetivo. De súbto pulou por cima de Luis e gritou um bem breve “bu”. /ignore. Passou direto, nem uma reação mínima do não mais medroso, aparentemente.
– Hahahahaha, esse é o seu melhor Ana, você não consegue assustar nem o sapo do rio. Você ta mais perdida que surdo em bingo. Hahahahahahaha
– Ah Mayc então faz melhor. Ou então a gente pode chamar o melhor assustador do cemitério, o Pajé In Joe. Ele mete medo até em mim que já tô morta.
– O quê, o Pajé In Joe? Não mesmo eu não tenho coragem de ir falar com ele. Dizem que ele comia criançinhas antes de morrer.
– Dizem também que se você falar o nome dele três vezes ele aparece. Que nem a mulher de branco do banheiro.
– Essa do Pajé In Joe eu não sabia.
– Mhuahahahahahahahahahahaha.
– Nossa Mayc, você melhorou essa risada de repente!
– Ma..ma..mas...
– Que foi Mayc?
– O P.pa..papapapa....pa
– Não foi você que...
– Olá criançasssss.
Bem atrás de Ana havia um homem bem velho, com uma espécie de mascara de osso que lembrava um boliviano e roupas de índio americano, o seu corpo era todo negro, à sua cintura havia um coldre vazio e na fivéla estava escrito “medo”. Ele colocou as mãos nas cabeças das crianças, olhou pra elas com satisfação, as crianças estavam aterrorizadas.
– Então vocês me chamaram aqui com que proposito?
– ...
– Oras criançasssss não tenham meeeedoo. Eu vim aqui lhes ajudar.
–...
– Okay, então seráááá do jeito mais difícil então, vou ter que meter medo em vocês também? – Falou o fantasma apontando para sua fivela.
– Nããããooooooo.
– Também não precisa gritar menininha. Então pelo visto você morreu sendo comida em, pra ter esse pavor. Não precisa se assustar eu não vou te machucar mais do que você já esta machucada. Mhuahahahahahahahahahaha.
– Eiiiii, não meche com ela.
– Ta certo, então vamos direto ao que interessa, pra que falar meu nome três vezesssss. Uma. Duas. Três.
– Fo..fo..foi um engano. A gente tava só comentando. Não meche com a gente, nós só queria assusta um homem, pra ele prestar atenção em nós.
– Hmmm. Brincadeira de criança em... Eu to dentrooooo.
– Não é brincadeira.
– Comé que é garota?
– Não é brincadeira. Esse homem pode ver e ouvir a gente e a gente precisa dele pra ajudar a gente. Só ele tem como saber da nossa morte e vingar a gente.
– Aahhhh... CHATO. To fora.
– Ué o Pajé ta amarelando. Se bem que essa sua mascara aí, é bem amarela mesmo.
– O In Joe não amarela, muleque safado. Se quer ver como é fácil assustar um mané que nem aquele, é mais fácil que comer doce de criança, ou criança doceeeeeeeee. Tudo que tem que ser feito é criar um clima, essa mansão é perfeita. Escura e Sombria.
O grupo caminhava pela mansão, o casarão nunca havia sido visitado por ninguém que estava alí, Brenno havia retirado a lâmpada do bucal e estava segurando-a, enquanto Dex a mantinha acesa. Aquilo tudo mais parecia um labirinto, por fora aquela casa não parecia ser tão grande, com muitas salas e curvas. A lampada começou a falhar.
– Ei Alberto, dexa essa porra acesa cara.
– Ué, mas eu to deixando, é alguma coisa fora da lâmpada.
Paulo olhou atento pra lâmpada, mesmo escuro ele conseguiu fazer um pouco de luz com seu celular, o suficiente para ver que o vidro da lâmpada estava todo preto. Uma pequena película não deixava a luz passar. Logo seu celular ficou no mesmo estado.
– Puta merda, ta escuro pra caralho aqui.
– Eu to mais perdido que filho da puta em dia dos pais – comentou Periquito, tentando trazer um pouco de ânimo pras péssimas novidades.
Apenas Luis conseguia ver um clarão na próxima sala e chamou todo mundo, chegando próximo, um frio lhe subiu a espinha. O leve barulho do vento soprando dentro da mansão era algo que arrepiou até o pêlo mais escondido do seu corpo. Ninguém via luz nenhuma na próxima sala, mas todos sentiam o gelo no ar. Andavam bem devegar, ouvindo os passos e se guiando pelo som, algumas vezes Suisso chamava “por aqui”, ele sabia para onde ir o caminho estava claro como o sol para ele.
Ao chegarem na sala, havia uma mulher, linda, reluzindo por todo o ambiente, Luis só olhava pra ela, caída no chão com aspecto fraco. Foi até ela, pegou-a.
– Você está bem?
– Vixi, num breu desses o Suisso deu pra falar sozinho agora.
– Cala a boca porra, vocês não tão vendo essa mulher aqui não?
Assim que falou isso virou-se para o pessoal, olhando de relance as paredes, cheias de sangue, escrito seu nome vezes e mais vezes, os quadros que haviam na sala mostravam seres de outro plano, diabos e demônios, imagens de torturas da inquisição, seu coração agora batia mais acelerado que carro de formula 1. Olhou de volta para a moça caída, ela olhava pra ele com um olhar calmo, e logo em uma rápida metamorfose, seu rosto ficou mais grotesco que qualquer coisa ja vista antes, nenhum filme de horror seria fiel o bastante àquela imagem tosca, e medonha. “Olá meu salvador”. “Mhuahahahahahahaah”.
– Caralhooo – gritou Suisso se jogando para tras, a lâmpada voltou a iluminar a sala, não havia nenhum quadro, nenhum sangue na parede, de fato a unica coisa estranha alí era Luis caído no chão, olhando para o nada assustado.
– Ouça bem, não me façççççaaaaaa perderrrr meu temmmpo. Dê ouvido às crianças ou eu volto e acaaaabooo com vocêêêêê.
– Nossa ele é bom mesmo – falou Ana.
– A gente contratou o melhor afinal, tinha que ser bom – Completou Mayc.
– Você aí, para de ignorar a gente, fala com a gente
Suisso ainda ignorava as aparições que chegavam até ele, só podia estar esclerosado, vendo coisas que não são reais. Seus fantasmas pareciam duas crianças, um menino e uma menina, ainda muito imaturos e só queriam um pouco de diversão.
– Poxa, como a gente faz pra chamar a atenção dele, em Ana?
– Já sei e se a gente desse um susto nele?
– Ahhh pode funcionar, no inicio ele se assustava bem fácil, mas agora ele nem liga mais, talvez se a gente chegar de mansinho por trás... MUAHAHAHAHAHA.
– Que risada mais forçada essa Mayc.
– Eiii, é a minha melhor risada maléfica – Pausa – MUAHAHAHAHAHAHA.
– E você jura que isso aí vai assustar ele?
– A é, então vai la e faz melhor então.
Ana foi se aproximando por trás de Luis, quando chegou bem próximo olhou para tras vendo Mayc e mostrando a língua etéria pra ele, deu um risinho cobrindo a boca com a mão e voltou para o seu objetivo. De súbto pulou por cima de Luis e gritou um bem breve “bu”. /ignore. Passou direto, nem uma reação mínima do não mais medroso, aparentemente.
– Hahahahaha, esse é o seu melhor Ana, você não consegue assustar nem o sapo do rio. Você ta mais perdida que surdo em bingo. Hahahahahahaha
– Ah Mayc então faz melhor. Ou então a gente pode chamar o melhor assustador do cemitério, o Pajé In Joe. Ele mete medo até em mim que já tô morta.
– O quê, o Pajé In Joe? Não mesmo eu não tenho coragem de ir falar com ele. Dizem que ele comia criançinhas antes de morrer.
– Dizem também que se você falar o nome dele três vezes ele aparece. Que nem a mulher de branco do banheiro.
– Essa do Pajé In Joe eu não sabia.
– Mhuahahahahahahahahahahaha.
– Nossa Mayc, você melhorou essa risada de repente!
– Ma..ma..mas...
– Que foi Mayc?
– O P.pa..papapapa....pa
– Não foi você que...
– Olá criançasssss.
Bem atrás de Ana havia um homem bem velho, com uma espécie de mascara de osso que lembrava um boliviano e roupas de índio americano, o seu corpo era todo negro, à sua cintura havia um coldre vazio e na fivéla estava escrito “medo”. Ele colocou as mãos nas cabeças das crianças, olhou pra elas com satisfação, as crianças estavam aterrorizadas.
– Então vocês me chamaram aqui com que proposito?
– ...
– Oras criançasssss não tenham meeeedoo. Eu vim aqui lhes ajudar.
–...
– Okay, então seráááá do jeito mais difícil então, vou ter que meter medo em vocês também? – Falou o fantasma apontando para sua fivela.
– Nããããooooooo.
– Também não precisa gritar menininha. Então pelo visto você morreu sendo comida em, pra ter esse pavor. Não precisa se assustar eu não vou te machucar mais do que você já esta machucada. Mhuahahahahahahahahahaha.
– Eiiiii, não meche com ela.
– Ta certo, então vamos direto ao que interessa, pra que falar meu nome três vezesssss. Uma. Duas. Três.
– Fo..fo..foi um engano. A gente tava só comentando. Não meche com a gente, nós só queria assusta um homem, pra ele prestar atenção em nós.
– Hmmm. Brincadeira de criança em... Eu to dentrooooo.
– Não é brincadeira.
– Comé que é garota?
– Não é brincadeira. Esse homem pode ver e ouvir a gente e a gente precisa dele pra ajudar a gente. Só ele tem como saber da nossa morte e vingar a gente.
– Aahhhh... CHATO. To fora.
– Ué o Pajé ta amarelando. Se bem que essa sua mascara aí, é bem amarela mesmo.
– O In Joe não amarela, muleque safado. Se quer ver como é fácil assustar um mané que nem aquele, é mais fácil que comer doce de criança, ou criança doceeeeeeeee. Tudo que tem que ser feito é criar um clima, essa mansão é perfeita. Escura e Sombria.
O grupo caminhava pela mansão, o casarão nunca havia sido visitado por ninguém que estava alí, Brenno havia retirado a lâmpada do bucal e estava segurando-a, enquanto Dex a mantinha acesa. Aquilo tudo mais parecia um labirinto, por fora aquela casa não parecia ser tão grande, com muitas salas e curvas. A lampada começou a falhar.
– Ei Alberto, dexa essa porra acesa cara.
– Ué, mas eu to deixando, é alguma coisa fora da lâmpada.
Paulo olhou atento pra lâmpada, mesmo escuro ele conseguiu fazer um pouco de luz com seu celular, o suficiente para ver que o vidro da lâmpada estava todo preto. Uma pequena película não deixava a luz passar. Logo seu celular ficou no mesmo estado.
– Puta merda, ta escuro pra caralho aqui.
– Eu to mais perdido que filho da puta em dia dos pais – comentou Periquito, tentando trazer um pouco de ânimo pras péssimas novidades.
Apenas Luis conseguia ver um clarão na próxima sala e chamou todo mundo, chegando próximo, um frio lhe subiu a espinha. O leve barulho do vento soprando dentro da mansão era algo que arrepiou até o pêlo mais escondido do seu corpo. Ninguém via luz nenhuma na próxima sala, mas todos sentiam o gelo no ar. Andavam bem devegar, ouvindo os passos e se guiando pelo som, algumas vezes Suisso chamava “por aqui”, ele sabia para onde ir o caminho estava claro como o sol para ele.
Ao chegarem na sala, havia uma mulher, linda, reluzindo por todo o ambiente, Luis só olhava pra ela, caída no chão com aspecto fraco. Foi até ela, pegou-a.
– Você está bem?
– Vixi, num breu desses o Suisso deu pra falar sozinho agora.
– Cala a boca porra, vocês não tão vendo essa mulher aqui não?
Assim que falou isso virou-se para o pessoal, olhando de relance as paredes, cheias de sangue, escrito seu nome vezes e mais vezes, os quadros que haviam na sala mostravam seres de outro plano, diabos e demônios, imagens de torturas da inquisição, seu coração agora batia mais acelerado que carro de formula 1. Olhou de volta para a moça caída, ela olhava pra ele com um olhar calmo, e logo em uma rápida metamorfose, seu rosto ficou mais grotesco que qualquer coisa ja vista antes, nenhum filme de horror seria fiel o bastante àquela imagem tosca, e medonha. “Olá meu salvador”. “Mhuahahahahahahaah”.
– Caralhooo – gritou Suisso se jogando para tras, a lâmpada voltou a iluminar a sala, não havia nenhum quadro, nenhum sangue na parede, de fato a unica coisa estranha alí era Luis caído no chão, olhando para o nada assustado.
– Ouça bem, não me façççççaaaaaa perderrrr meu temmmpo. Dê ouvido às crianças ou eu volto e acaaaabooo com vocêêêêê.
– Nossa ele é bom mesmo – falou Ana.
– A gente contratou o melhor afinal, tinha que ser bom – Completou Mayc.
6 de set. de 2009
despedida sem um adeus
é isso galera, um mês passa muito rápido.
sem nem perceber 4 semanas se foram.
joguei muito video-game, muito pc, e com certeza me diverti muito enquanto estive aqui
foram 30 dias bem aproveitados, mesmo assim senti que podia aproveitar bem mais.
720 horas em que poderiamos ter arredondado para mil e ainda assim não seria o suficiente, nunca é o suficiente.
mas esses 43200 minutos foram bons enquanto duraram, estou partindo agora
deixo um caloroso abraço a todos os amigos, aqueles que encontrei, os poucos que não tive a oportunidade de ver e aos que não tão nem aí, eu também não estou nem aqui.
abraços amigos, agora só volto em fevereiro, mas me visitem se puderem.
afinal o rio não é como porto velho, ele não esta no chamado "fim do mundo".
sem nem perceber 4 semanas se foram.
joguei muito video-game, muito pc, e com certeza me diverti muito enquanto estive aqui
foram 30 dias bem aproveitados, mesmo assim senti que podia aproveitar bem mais.
720 horas em que poderiamos ter arredondado para mil e ainda assim não seria o suficiente, nunca é o suficiente.
mas esses 43200 minutos foram bons enquanto duraram, estou partindo agora
deixo um caloroso abraço a todos os amigos, aqueles que encontrei, os poucos que não tive a oportunidade de ver e aos que não tão nem aí, eu também não estou nem aqui.
abraços amigos, agora só volto em fevereiro, mas me visitem se puderem.
afinal o rio não é como porto velho, ele não esta no chamado "fim do mundo".
4 de set. de 2009
A Sociedade da Calçada - III - A decisão
— Porra cara, isso faz todo o sentido com o que aconteceu comigo hoje de manhã. Agora sim eu entendo quem, ou o que, era aquela filha da puta que falou comigo lá pro lado do cemitério do St. Antônio.
Pedro falou tudo, explicou o porquê de ter acordado tão cedo e o que decidiu fazer, falou de seu combate, de como se sentia. Todos na sala sentiram que ele exagerou bastante na sua narrativa, mas fazer o que? Cada um conta a história da forma que lhe convém. Logo após sua declaração Alberto também comentou sobre suas descobertas. Muitos debocharam de início, “pô Alberto, jogar Naruto?”, “não tinha nada melhor pra tentar não?”. Como toda conversa tem seu momento de distração, os amigos riram um pouco se divertiram e logo Dex mostrou a eles, apenas falou “olha só então!”, e logo a TV ligou na frete de todos, e para a surpresa da maioria, o controle não estava na mão do Suisso. Qualquer um que olhasse para a TV veria logo acima dela o controle remoto, ali, parado sem ninguém por perto.
Quando perguntaram pros demais o único que pareceu ter algo a acrescentar foi Luis, com seus sonhos macabros, e sensações estranhas a toda hora. Ele se sentia como o garoto do “Sexto sentido”. Para onde olhava via algo, já havia chegado a um extremo mesmo tendo se passado apenas um dia, as coisas estavam acontecendo muito rapidamente. Luis olhava pra eles, de início assustado, agora ele nem encarava, fingia que eles não estavam ali.
— Ta certo, então acho que chega de conversa né, vamos lá no St. Antônio então ver essa porra de perto — falou Brenno, e logo Aldo também concordou.
— Po cara, não vamo fica de frescura não, vamos logo pra essa bagaça e resolve tudo lá.
— Mas pessoal, mesmo que nós tenhamos poderes, ainda não sabemos usar, o único que a gente sabe que consegue usar bem os poderes é o Dex, e isso por causa do vício dele em Video Games — Falou Pedro com uma voz calma como um paladino se dirige ao seu grupo, ou como um clérigo de uma divindade boa soaria com toda sua sabedoria.
— Acho que a gente vai ter é que aprender na marra, pois tempo não é o que temos sobrando. — Paulo declamou.
Logo tudo foi acertado, Pedro pegou sua moto, ainda havia um capacete com ele caso alguém tivesse interessado na carona, os outros se entreolharam com um olhar específico que dizia “quem é o suicida que vai pegar carona com ele?”, haviam carro de sobra pro pessoal, então Pedro seguiu em sua moto, enquanto os outros seguiram em um carro todos juntos.
Antigamente em Porto Velho tudo parecia longe, falar em ir para o quinto BEC então era loucura, você ia demorar muito tempo, a cachoeira do Santo Antônio fica a kilometros das casas deles, hoje a distância ainda é a mesma, fisicamente, mas de alguma forma, talvez devido ao crescimento tanto da cidade como desses heróis que um dia já foram crianças, a cidade perece ter ficado pequena, as coisas são mais perto, e muito mais perto agora que todos possuíam carteira de motorista. Hoje não existe de fato nada tão longe, nem mesmo a casa do Aldo, apesar de quase todos discordarem disso.
Logo chegaram à rua que leva para a cachoeira, e a mesma nuvem negra que estava lá pela manhã, quando Periquito decidiu se aventurar, ainda estava lá hoje pela tarde, ainda aquele sol de rachar num lado da rua e no outro, escuridão total. Periquito lembrou a todos dos supostos zumbis que estavam habitando aquela região agora sombria. Pedro estava acompanhando o carro pelo lado direito, conversando com o pessoal do lado do passageiro, enquanto gordo dirigia do outro lado. Do nada, enquanto Paulo se distraiu um pouco com a conversa, algo bate no pára-brisa do carro, por sorte não foi com força para quebrar o vidro ou amassar o carro, mas ainda assim foi com força suficiente para deixar uma grande marca de sangue.
— Que porra foi essa Gordo? Para o carro!
— Não galera, não para, vamos seguir eu vou dar uma olhada com a moto vocês seguem — Periquito virou sua moto e voltou um pouco, viu um corpo caído no chão com o pescoço quebrado, e a pele apodrecendo, começou, os zumbis já estavam iniciando seu ataque.
— Caralho velho, que merda foi aquela, o Periquito já ta voltando — disse Brenno olhando no retrovisor.
— Pessoal vamos em frente não parem a não ser que a gente passe do cemitério. Eles já sabem que estamos aqui.
O carro seguiu, Paulo acelerou e Pedro preferiu seguir o carro por trás, enquanto Paulo acelerava, ele ia apenas acompanhando a aceleração. Muitos zumbis começaram a aparecer pulando da mata para cima do carro, Paulo não estava nem aí, ia atropelando tudo que aparecia. Nesse momento apareceu um cara, com terror em suas feições, acenando freneticamente as mãos e gritando “Socorro, por favor, ajude-me eu...” e Paulo o atropelou sem nem imaginar que fosse um sobrevivente. Quando os corpos não eram jogados para fora da pista, Periquito passava por cima deles tal como o Gordo estava fazendo, infelizmente Pedro quebrou um braço e umas costelas desse cara.
Uma curiosidade é que enquanto Paulo atropelava os corpos, eles caiam nos buracos das ruas, tapando os buracos melhor que a prefeitura o faz com asfalto na “Costa e Silva”, e Pedro nem sentia direito os corpos, como a suspensão de sua moto era muito eficiente parecia que a estrada era novinha em folha. Passaram ao lado do cemitério atrocidando tudo que vinha, e Periquito observou em pé ao muro estava a mesma mulher, que num pulo seguiu em direção ao casarão. Ele acelerou a moto e juntou ao lado do amigo, “vamos para o casarão, é lá que ta o problema”.
Seguiram para o casarão, e lá a coisa realmente parecia feia, saíram do carro e Pedro desceu de sua moto, ainda carregando os capacetes, sem galho nenhum dessa vez. O portão estava aberto, e a porta não parecia trancada, ao redor começaram a aparecer zumbis, de todos os lados, pulando o muro ou correndo tanto quanto os doentes do filme extermínio, ou madrugada dos mortos. Brenno havia aberto sua porta e estava esperando todos saírem do carro para acompanhar o pessoal no caminho para a porta, quando um zumbi pegou seu braço e foi morder, mas aparentemente os seus dentes estavam tão podres que se partiram assim que encostaram no jovem Rambo não deixando nenhum arranhão nele, logo atrás veio Pedro com seu capacete na mão levando-o direto a cabeça do ser possuído, virou estilhaço, nada ia sobrar de vida naquele corpo, só lhe restava a morte.
— Anda logo vocês dois — gritou Alberto já nervoso com a situação — ou vocês querem morrer aí?!
Os dois correram em direção a porta já aberta pelos outros e entraram no casarão, logo fechando a porta e segurando firme, para não deixar nada entrar, Luis procurou algo para bloquear a porta e achou um pedaço bem grosso de madeira, que deixou na maçaneta e logo mais uma estante que conseguiram pegar para bloquear a porta. Agora já estavam protegidos do que estava ao lado de fora, o problema seria com o que estivesse do lado de dentro. Alberto acendeu uma lâmpada, provavelmente a única que ainda funcionava no lugar inteiro. Agora não tinha mais volta.
Pedro falou tudo, explicou o porquê de ter acordado tão cedo e o que decidiu fazer, falou de seu combate, de como se sentia. Todos na sala sentiram que ele exagerou bastante na sua narrativa, mas fazer o que? Cada um conta a história da forma que lhe convém. Logo após sua declaração Alberto também comentou sobre suas descobertas. Muitos debocharam de início, “pô Alberto, jogar Naruto?”, “não tinha nada melhor pra tentar não?”. Como toda conversa tem seu momento de distração, os amigos riram um pouco se divertiram e logo Dex mostrou a eles, apenas falou “olha só então!”, e logo a TV ligou na frete de todos, e para a surpresa da maioria, o controle não estava na mão do Suisso. Qualquer um que olhasse para a TV veria logo acima dela o controle remoto, ali, parado sem ninguém por perto.
Quando perguntaram pros demais o único que pareceu ter algo a acrescentar foi Luis, com seus sonhos macabros, e sensações estranhas a toda hora. Ele se sentia como o garoto do “Sexto sentido”. Para onde olhava via algo, já havia chegado a um extremo mesmo tendo se passado apenas um dia, as coisas estavam acontecendo muito rapidamente. Luis olhava pra eles, de início assustado, agora ele nem encarava, fingia que eles não estavam ali.
— Ta certo, então acho que chega de conversa né, vamos lá no St. Antônio então ver essa porra de perto — falou Brenno, e logo Aldo também concordou.
— Po cara, não vamo fica de frescura não, vamos logo pra essa bagaça e resolve tudo lá.
— Mas pessoal, mesmo que nós tenhamos poderes, ainda não sabemos usar, o único que a gente sabe que consegue usar bem os poderes é o Dex, e isso por causa do vício dele em Video Games — Falou Pedro com uma voz calma como um paladino se dirige ao seu grupo, ou como um clérigo de uma divindade boa soaria com toda sua sabedoria.
— Acho que a gente vai ter é que aprender na marra, pois tempo não é o que temos sobrando. — Paulo declamou.
Logo tudo foi acertado, Pedro pegou sua moto, ainda havia um capacete com ele caso alguém tivesse interessado na carona, os outros se entreolharam com um olhar específico que dizia “quem é o suicida que vai pegar carona com ele?”, haviam carro de sobra pro pessoal, então Pedro seguiu em sua moto, enquanto os outros seguiram em um carro todos juntos.
Antigamente em Porto Velho tudo parecia longe, falar em ir para o quinto BEC então era loucura, você ia demorar muito tempo, a cachoeira do Santo Antônio fica a kilometros das casas deles, hoje a distância ainda é a mesma, fisicamente, mas de alguma forma, talvez devido ao crescimento tanto da cidade como desses heróis que um dia já foram crianças, a cidade perece ter ficado pequena, as coisas são mais perto, e muito mais perto agora que todos possuíam carteira de motorista. Hoje não existe de fato nada tão longe, nem mesmo a casa do Aldo, apesar de quase todos discordarem disso.
Logo chegaram à rua que leva para a cachoeira, e a mesma nuvem negra que estava lá pela manhã, quando Periquito decidiu se aventurar, ainda estava lá hoje pela tarde, ainda aquele sol de rachar num lado da rua e no outro, escuridão total. Periquito lembrou a todos dos supostos zumbis que estavam habitando aquela região agora sombria. Pedro estava acompanhando o carro pelo lado direito, conversando com o pessoal do lado do passageiro, enquanto gordo dirigia do outro lado. Do nada, enquanto Paulo se distraiu um pouco com a conversa, algo bate no pára-brisa do carro, por sorte não foi com força para quebrar o vidro ou amassar o carro, mas ainda assim foi com força suficiente para deixar uma grande marca de sangue.
— Que porra foi essa Gordo? Para o carro!
— Não galera, não para, vamos seguir eu vou dar uma olhada com a moto vocês seguem — Periquito virou sua moto e voltou um pouco, viu um corpo caído no chão com o pescoço quebrado, e a pele apodrecendo, começou, os zumbis já estavam iniciando seu ataque.
— Caralho velho, que merda foi aquela, o Periquito já ta voltando — disse Brenno olhando no retrovisor.
— Pessoal vamos em frente não parem a não ser que a gente passe do cemitério. Eles já sabem que estamos aqui.
O carro seguiu, Paulo acelerou e Pedro preferiu seguir o carro por trás, enquanto Paulo acelerava, ele ia apenas acompanhando a aceleração. Muitos zumbis começaram a aparecer pulando da mata para cima do carro, Paulo não estava nem aí, ia atropelando tudo que aparecia. Nesse momento apareceu um cara, com terror em suas feições, acenando freneticamente as mãos e gritando “Socorro, por favor, ajude-me eu...” e Paulo o atropelou sem nem imaginar que fosse um sobrevivente. Quando os corpos não eram jogados para fora da pista, Periquito passava por cima deles tal como o Gordo estava fazendo, infelizmente Pedro quebrou um braço e umas costelas desse cara.
Uma curiosidade é que enquanto Paulo atropelava os corpos, eles caiam nos buracos das ruas, tapando os buracos melhor que a prefeitura o faz com asfalto na “Costa e Silva”, e Pedro nem sentia direito os corpos, como a suspensão de sua moto era muito eficiente parecia que a estrada era novinha em folha. Passaram ao lado do cemitério atrocidando tudo que vinha, e Periquito observou em pé ao muro estava a mesma mulher, que num pulo seguiu em direção ao casarão. Ele acelerou a moto e juntou ao lado do amigo, “vamos para o casarão, é lá que ta o problema”.
Seguiram para o casarão, e lá a coisa realmente parecia feia, saíram do carro e Pedro desceu de sua moto, ainda carregando os capacetes, sem galho nenhum dessa vez. O portão estava aberto, e a porta não parecia trancada, ao redor começaram a aparecer zumbis, de todos os lados, pulando o muro ou correndo tanto quanto os doentes do filme extermínio, ou madrugada dos mortos. Brenno havia aberto sua porta e estava esperando todos saírem do carro para acompanhar o pessoal no caminho para a porta, quando um zumbi pegou seu braço e foi morder, mas aparentemente os seus dentes estavam tão podres que se partiram assim que encostaram no jovem Rambo não deixando nenhum arranhão nele, logo atrás veio Pedro com seu capacete na mão levando-o direto a cabeça do ser possuído, virou estilhaço, nada ia sobrar de vida naquele corpo, só lhe restava a morte.
— Anda logo vocês dois — gritou Alberto já nervoso com a situação — ou vocês querem morrer aí?!
Os dois correram em direção a porta já aberta pelos outros e entraram no casarão, logo fechando a porta e segurando firme, para não deixar nada entrar, Luis procurou algo para bloquear a porta e achou um pedaço bem grosso de madeira, que deixou na maçaneta e logo mais uma estante que conseguiram pegar para bloquear a porta. Agora já estavam protegidos do que estava ao lado de fora, o problema seria com o que estivesse do lado de dentro. Alberto acendeu uma lâmpada, provavelmente a única que ainda funcionava no lugar inteiro. Agora não tinha mais volta.
1 de set. de 2009
A Sociedade da Calçada - II
Hoje tivemos uma aula prática, fomos ao necrotério. Eu me amarro em ver aqueles corpos gélidos, apodrecendo aos poucos, sem nenhum pingo de vida, o professor estava mostrando uns corpos todo acabados, sem se preocupar com quem tinha estômago fraco. Cara era muito engraçado ver aquelas meninas e alguns playboys também saindo da sala, alguns procurando o banheiro porque a ânsia era tanta que eles tinham certeza que iriam vomitar praticamente em cima dos corpos.
Enfim, voltando ao assunto, a aula até que tava legal, mas ainda assim eu parei de prestar tanta atenção assim no professor. O porquê disso é que chegaram uns dois militares lá, trazendo três corpos, tudo ensacado. O médico legista tava muito ocupado então ele demorou pra caralho, e enquanto o cara não chegava os outros dois ficavam conversando, um deles tava bem nervoso, e o outro ficava se fazendo de machão. Eu tentei prestar atenção e ouvir melhor o que eles tavam dizendo.
Aparentemente, a noite foi tensa pra porra lá no quinto BEC, tem uma nuvem negra que não quer sair lá de perto sem falar da morte repentina desses três. Segundo os caras que conversavam os caras foram simplesmente encontrados caídos no chão, todos pálidos e sem nenhum ferimento exposto, isso porque ontem eles tavam com a saúde perfeita, eram os mais fortes do turno da noite, e pelo que os caras falaram eram também os guardas noturnos mais experientes. Os caras apenas morreram... do nada.
Nessa o Legista chegou e foi logo abrindo os sacos, eu fiquei só na espreita, observando tudo, e quando eu vi aquilo, caralhooo, os caras tavam mais brancos que o branco do olho, pense que eles eram negões, eu percebi pelo cabelo curtinho ruim deles, os caras eram mais pretos que o Zumbi dos Palmares cara mas ali na minha frente eu vi três corpos tão brancos quanto o Michael Jackson depois da última cirurgia pra ficar branquelo. Eu olhei aquela porra e pensei: “se ontem foi tudo verdade vai que outras coisas agora são também”.
Todo mundo na sala ficou sem entender bulhufas do que aquela frase referente ao pensamento de Paulo queria dizer.
Então eu logo fui procurando marcas quase imperceptíveis nos corpos, olhei, olhei, olhei, mas pense que eu olhei rapaz e bem no pescoço dos caras, tinham duas marquinhas bem pequenas, minúsculas, cara quando eu vi aquilo tive certeza que ontem foi real e que vampiros, à partir de ontem, passaram a existir também. Agora o que a gente pode fazer, até onde eu sei, nada.
Enfim, voltando ao assunto, a aula até que tava legal, mas ainda assim eu parei de prestar tanta atenção assim no professor. O porquê disso é que chegaram uns dois militares lá, trazendo três corpos, tudo ensacado. O médico legista tava muito ocupado então ele demorou pra caralho, e enquanto o cara não chegava os outros dois ficavam conversando, um deles tava bem nervoso, e o outro ficava se fazendo de machão. Eu tentei prestar atenção e ouvir melhor o que eles tavam dizendo.
Aparentemente, a noite foi tensa pra porra lá no quinto BEC, tem uma nuvem negra que não quer sair lá de perto sem falar da morte repentina desses três. Segundo os caras que conversavam os caras foram simplesmente encontrados caídos no chão, todos pálidos e sem nenhum ferimento exposto, isso porque ontem eles tavam com a saúde perfeita, eram os mais fortes do turno da noite, e pelo que os caras falaram eram também os guardas noturnos mais experientes. Os caras apenas morreram... do nada.
Nessa o Legista chegou e foi logo abrindo os sacos, eu fiquei só na espreita, observando tudo, e quando eu vi aquilo, caralhooo, os caras tavam mais brancos que o branco do olho, pense que eles eram negões, eu percebi pelo cabelo curtinho ruim deles, os caras eram mais pretos que o Zumbi dos Palmares cara mas ali na minha frente eu vi três corpos tão brancos quanto o Michael Jackson depois da última cirurgia pra ficar branquelo. Eu olhei aquela porra e pensei: “se ontem foi tudo verdade vai que outras coisas agora são também”.
Todo mundo na sala ficou sem entender bulhufas do que aquela frase referente ao pensamento de Paulo queria dizer.
Então eu logo fui procurando marcas quase imperceptíveis nos corpos, olhei, olhei, olhei, mas pense que eu olhei rapaz e bem no pescoço dos caras, tinham duas marquinhas bem pequenas, minúsculas, cara quando eu vi aquilo tive certeza que ontem foi real e que vampiros, à partir de ontem, passaram a existir também. Agora o que a gente pode fazer, até onde eu sei, nada.
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